Mestre em Sistema Constitucional de Garantias de Direitos revela contexto histórico para atual situação em sociedade

Um retorno à evolução da humanidade, com contexto histórico que aborda situações reais e contemporâneas, mas que carrega as consequências da perda de uma formação cristã, como principal pilar de um povo.

O professor Givago Prandini Maia, Mestre em Sistema Constitucional de Garantias de Direito e docente em Ciências Políticas, Hermenêutica e Direito Econômico no curso de Direito das Faculdades Funorte, consegue explicar o que sustenta uma sociedade:

“O movimento iluminista nada mais fez que, estruturar aquilo que nós chamamos de instituições históricas da humanidade. Elas formam o elemento de costume da civilização do mundo e têm como base a Família, a Religião, o Comércio e o Tributo”.

Segundo Givago, o modelo social hoje sofre um abalo muito grande dado pela fragmentação dessas instituições e, isso, vem afetando uma estrutura do estado que é o Tributo.

Esse impacto é provocado por ideias utópicas, de uma sociedade sem DEUS. Isso não existe, é a teoria do caos, afirma Givago.

“A força do estado entra nessa fase, para minimizar a potência desses estragos e sustentar as famílias sejam elas formadas por casais homoafetivos ou heteroafetivos, mas o que não podemos perder são essas heranças milenares”, finaliza.

Sendo docente, ele enfatiza como a maioria dos acadêmicos ingressampara o Ensino Superior e, qual o seu papel enquanto educador: “os alunos que entram na faculdade de Direito, tem uma visão romântica do caos provocado pelas doutrinas socialistas […] Minha função é justamente mostrar outra realidade e o quanto eles estão sendo iludidos, porque a base do socialismo é a destruição dos pilares da sociedade”.

Givago ainda complementa, enfatizando que “a escola em si, não educa a criança. A educação depende dos pais, porque são eles que convivem com a criança e conhecem seu caráter. Então, antes de mais nada, é preciso reestruturar as bases que conseguem  entregar os elementos de uma formação estruturada no trabalho, assim como a opção religiosa que, independente de qual seja, deve transmitir valores éticos e sociais.

Camila Serra

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