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Funorte diploma 56 novos médicos da 18ª turma do curso de graduação


  

Trinta anos e mais de 30 cursos de graduação e tecnológicas nas áreas de saúde, humanas, exatas e ciências gerenciais, a Faculdades Unidas do Norte de Minas (Funorte), maior complexo de ensino superior privado da região, realizou na última quinta-feira a cerimônia de colação de grau da 18ª turma de Medicina Vicente Paulo de Oliveira, médico e professor homenageado pelos formandos.

Muita alegria e emoção deram o tom à solenidade de entrega do tão sonhado diploma universitário, após seis anos de esforços, aprendizado, desafios e superação.

Sentimentos compartilhados pela diretoria da Funorte, por mestres, familiares e amigos de cada um dos 56 novos médicos e médicas. Vitória não apenas para os formandos, que transformaram a vida por meio do conhecimento, mas para toda comunidade universitária, em especial para o patrono Cláudio Henrique Rebello Gomes, a madrinha Januse Vieira Borborema e a professora Kátia Regina Gandra Lafetá, destacados na solenidade que encerrou a jornada acadêmica. 

A fundadora e mantenedora da Funorte, a médica e professora Raquel Muniz, se emocionou durante sua fala. “Eu e Ruy ousamos ao trazer mais um curso de Medicina para Montes Claros”, salientou, lembrando que “o primeiro curso de Medicina começou com Mário Ribeiro lá no Colégio São José, com professores de fora, e essa história se repete. Nós da Funorte, quando começamos, em algumas áreas trazíamos professores de outras cidades”. 

Raquel disse querer “homenagear os alunos, pais e todos que trabalharam durante o curso, porque são pelos seus pacientes que eu e Ruy lutamos muito, e quero dar uma boa notícia, porque se Ruy não está aqui hoje é porque nossa missão esse ano ainda não foi cumprida. Acabamos de fechar com equipe médica para trabalharmos dezembro e janeiro para restabelecer no Hospital Mário Ribeiro as cirurgias que o Norte de Minas espera”.

Ao final, argumentou que, “além da prática médica, os professores desenvolvem visão humanista em relação aos pacientes por tratarem com o bem mais precioso das pessoas, a vida”.

A diretora do curso de Medicina da Funorte, Thalita Pimentel, frisou aos formandos que “abraçar vai ser o gesto mais nobre de toda a carreira como médico, por isso, coragem, não tenham medo”.

Orador da 18ª turma de Medicina Vicente Paulo de Oliveira, Daniel Santos Martins, natural de Porteirinha, disse que no curso experimentou os melhores seis anos que já viveu.

Enfatizou que “o percurso foi difícil, mas apaixonante, cada paciente com sua história, cada mestre com sua experiência tiravam nossas inseguranças da mala e, na medida em que os vagões deslizavam nos trilhos, enxergávamos o quanto é mais arte do que ciência, mais superação do que fracasso, portanto, depois da trajetória, temos a certeza de que fizemos a maior e a melhor viagem de nossas vidas”.

Fonte: Manoel Freitas / Jornal O Norte

 


Publicada em: 02/12/2019
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