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Docente Funorte coordena setor de educação permanente no SAMU

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Ubiratam Lopes Correia é um nome bastante conhecido nos corredores do Centro Universitário Funorte. O enfermeiro graduado em 2010 é egresso da instituição e atualmente coordena o setor do Núcleo de Educação Permanente / referência técnica em enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU e também ministra aulas no colégio Indyu  e na Funorte.
Professor destaque de uma das instituições que mais cresce no Brasil, Ubiratam é especialista em Trauma, emergência e terapia intensiva; educação em saúde e preceptoria; segurança do paciente e tem MBA em gestão de equipes e cursos E-learning.

Natural de Capitão Enéas, município que fica cerca de 48km de Montes Claros, Ubiratam conta que iniciou seus estudos na área da saúde fazendo o curso Técnico em Enfermagem no Colégio Indyu.
“Estudei bastante, trabalhei e paguei meus estudos, tive meu primeiro contato com cursos na área de saúde no colégio Indyu, onde me formei e hoje tenho a honra de ser docente. Depois prestei vestibular e me graduei no curso de Enfermagem na Funorte, que também tenho a honra de ser professor. Não foi fácil, várias noites de sono perdidas, privações, investimento em especializações e sempre digo, que bens materiais podem ser perdidos, podem ser retirados, mas o conhecimento, isso nunca. Sempre tive o incentivo de meus pais, minha esposa, filhos e meus sogros. Esses apoios familiares são essenciais para qualquer pessoa”, revela.

Na Funorte, Ubiratam ministra as disciplinas de Urgência e Emergência no laboratório de simulação realística para o curso de Medicina. Além de lecionar essas mesmas matérias no curso de Técnico em Enfermagem, ele ainda dá aula de semiologia.
O docente revela que o trabalho do profissional de enfermagem é vital para o serviço que desempenha no Samu, tendo em vista que o enfermeiro é necessário em todas as “pontas” e está presente 100% nas ações assistenciais.

Ubiratam recorda que ingressou no Samu no ano de 2005. “Fui convidado a fazer parte da primeira equipe do SAMU Municipal de Montes Claros, e fui apresentado ao serviço ao qual me encantei e me realizei. Iniciei como técnico de enfermagem, e logo ao concluir meu curso, consegui a minha ascensão profissional, passando para o cargo de enfermeiro e em seguida, como coordenador”.

DE ALUNO A PROFESSOR
O enfermeiro pontua que desde a época que fazia o curso técnico, participava no processo de desenvolvimento dos colegas nos hospitais. Segundo ele, outro ponto que fez escolher a carreira de docência foi participar de congressos.
“Muitos me questionavam por que eu participava de congressos fora do estado sendo técnico de enfermagem e ganhando pouco. Hoje percebo que foi um excelente investimento”.

PANDEMIA E PROFISSÃO
Os profissionais da saúde estão na linha de frente no enfrentamento do novo coronavírus. Para o enfermeiro Ubiratam, o curso de enfermagem oferece bagagem para enfrentar diversas enfermidades, especialmente as mais difíceis de serem tratadas, por desenvolver a capacidade de resiliência.
“Durante a graduação nos é passado, além do conhecimento necessário para a profissão alguns preceitos: dedicação, resiliência, capacidade de trabalhar em equipe e acima de tudo valorizar a vida do próximo – essa última vejo como essencial.”
Para o egresso, nessa pandemia, o enfermeiro teve que se reinventar, com estudos e pesquisas. Sobretudo, mostrou para população a importância da profissão em que é necessário haver muita técnica e sabedoria.

“Nesse período enxergo um leque de oportunidades como na parte de pesquisas, gerenciamentos de crise, gestão de insumos, investimento na parte de biossegurança segurança e segurança do paciente. Enfim, o mundo percebe a importância da assistência à saúde e a forma de atuação da enfermagem demonstra sua importância nesse contexto”, conclui Ubiratam Correia.
 

Publicada em: 11/02/2021
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