Sete trabalhos foram premiados entre resumos e artigos

Na noite da última quinta-feira, 30, a equipe organizadora da JONAFES, alunos, egressos e professores, se reuniram na sala Ray Colares, campus JK, para breve celebração e premiação aos sete melhores trabalhos apresentados na 12ª edição do evento.

Segundo Kimberly Marie Jones, Gestora de Pesquisa da rede SOEBRAS, a equipe de organização recebeu 90 trabalhos entre resumo simples, extendido e artigo. Destes, 80 foram avaliados e, sete, foram selecionados como os melhores para premiação.

Marcela Pamponet, coordenadora adjunta do curso de Educação Física da Funorte e organizadora do evento, explica qual o objetivo dele e há quanto tempo existe essa premiação:

“Há pelo menos seis anos, estamos premiando os melhores trabalhos de professores e alunos. O JONAFES representa isso, a busca do conhecimento aprofundado através de palestrantes nacionais e até internacionais, que trazem novas informações sobre seus trabalhos e pesquisas. Nós buscamos oferecer uma experiência diferente para nossos acadêmicos através do evento e do prêmio para os melhores trabalhos.”

Os acadêmicos Pablo Nathan e Gislene Antunes Santos, ambos egressos de Biomedicina e Maria Caroline Oliva Brasil – egressa de Ciências Biológicas-, receberam o primeiro lugar como artigo “Teor do óleo essencial de Assa Peixe (Vernonanthura brasiliana (L.) H.Rob.) nativo na Região Norte de Minas Gerais”.

Para a construção do artigo, os egressos explicam quais as dificuldades para escrevê-lo e principalmente, a surpresa por ser considerado o melhor:

“A gente não esperava e nem fazia ideia que existia a premiação. Nosso trabalhofoi pautado pelas dificuldades devidoas inúmeras pesquisas, estudos… mas a maior delas, foi a execução porque não sabíamos manusear perfeitamente o aparelho de pesquisa, mas fomos firmes, passamos por várias correções até chegarmos ao trabalho final. A pesquisa envolve isso! No final o crescimento profissional e pessoal adquirido é gratificante!”

Kimberly exalta a qualidade dos trabalhos recebidos e enfatiza a importância deles para Montes Claros, assim como, a instituição:

Não premiamos por área, mas a expressividade dos cursos é gigantesca! A pesquisa na Funorte tem crescido nos últimos quatro anos. Premiar os sete melhores trabalhos do ano passado é incentivar outros alunos à procura pelo conhecimento e novas formas de aprofundar os estudos desbravando novas fronteiras e, isso, servir para a construção de uma sociedade mais informada”.

Camila Serra

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