Na manhã desta quarta-feira, 31 de outubro, a Funorte promoveu o segundo dia do I Congresso de Segurança Pública. No momento, foram palestrados os painéis: “Condutor infrator e a segurança”, “Violência Contra a Mulher: violência doméstica e feminicídio”, e a oficina, “Exposição Tático Operacional do Sistema Prisional – Apresentação do Grupo de Intervenção Rápida”.

A diretora administrativa do Campus São Norberto, Sueli Nobre, conta que o evento foi organizado com atenção, principalmente alicerçado no tripé: ensino, pesquisa e extensão. “Ao escolher o tema ‘Segurança Pública’, nós alinhamos a necessidade de tratar a questão da extensão, mas também, de discutir um tema que é de extrema importância para o cidadão, uma vez que, é uma das fragilidades que estamos convivendo no nosso dia a dia. Achamos imprescindível a instituição propagar além das disciplinas formais do currículo, ter a discussão de temas atuais para o nosso acadêmico, com consciência crítica e, principalmente, a conscientização do seu papel na sociedade. É esse o nosso objetivo quando nos tratamos de congresso e eventos”, destacou.

Segundo um dos palestrantes, o docente do curso de Direito, Rodrigo Marcelo Batista, “o devido congresso trata-se de uma extensão universitária, e quando se fala em extensão faz com que o acadêmico tenha um levantamento do conhecimento científico bem mais aprofundado. Dessa forma, o aluno sai da metodologia do ensino em aula e busca evidentemente uma metodologia mais ativa, fazendo com que ele tenha um ganho científico muito mais considerado, até mesmo para que possa atuar de maneira mais eficiente no mercado de trabalho”, frisou.

O acadêmico do 6º período do curso, Pedro Henrique Oliveira, explicou a importância do evento para a sua formação. “Vivemos um momento político e econômico conturbado em nosso país. E um dos reflexos dessa instabilidade reflete diretamente na segurança pública. Muitas pessoas estão inseguras em relação ao que o futuro as reserva, dado o quadro atual que se estabeleceu no nosso país. Sendo assim, a conscientização seria um dos primeiros passos para lidarmos com a situação. Precisamos entender (e entender é enfrentar e lidar) as causas que dão origem aos nossos problemas para que possamos enfrentá-lo. E nada mais óbvio do que se envolver em atividades que tratem desse assunto de forma coletiva e por várias perspectivas. Dessa forma, participar do Congresso de Segurança Pública nos possibilita aprender mais sobre o que se passa, para que possamos assim tomar um posicionamento correto e responsável”, explicou.

Segundo a acadêmica do 7° período, Aléxia Monção, “o congresso é de suma relevância para agregar novos conhecimentos e uma forma de compreender como se encontra a nossa segurança pública”. E ainda completou: “Primeiramente tenho que parabenizar ao coordenador Edson Cosme, pela belíssima iniciativa de promover esse magnífico evento, e também parabenizar a instituição Funorte por abraçar essa eventualidade”, concluiu.

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