Para iniciar e assimilar o conteúdo de Engenharia das Estruturas, os acadêmicos deste curso de pós-graduação conheceram um pouco mais sobre as diretrizes para a durabilidade das estruturas, além das exigências que o mercado busca para a área em aula magna realizada na última sexta-feira, 18, no campus São Luís.

Durante a aula, foram citados  fatores  que podem influenciar nas estruturas de concreto construídas  e projetadas, além das   condições  ambientais, conservando segurança, estabilidade  e aptidão  durante o prazo correspondente a vida útil de uma estrutura.

“O que foi proposto tem que ser mantido”, algo que não se deve esquecer, que são os requisitos básicos de uso e manutenção prescritos  pelo  projetor  e pelo construtor de acordo com as Normas Brasileiras (NBR), aprovadas pela Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT), bem como reparos  necessários  decorrentes  de danos acidentais. Além  disso, as normas  ainda exigem  o  desempenho  para a expectativa de vida útil das construções, com eficiência, sustentabilidade e manutenção  das estruturas. A durabilidade  mínima de uma estrutura  é de no mínimo 50 anos, pisos 13 anos, vedação  vertical interna 40 anos,  cobertura 20 anos, hidrossanitários 20 anos.

Na oportunidade, foram citados ainda os mecanismos  preponderantes  de deterioração nas estruturas, além  de pontes,  viadutos e outros que são ligados a uma danificação propriamente  dita, relacionadas  as ações  mecânicas, movimentação, origem térmica, impactos, ações  cíclicas, retração, fluência e relaxação, bem como diversas  ações  que atuam sobre a estrutura. A base de conteúdo é voltada para a área de Engenharia de Construções.

Gabriele Santos

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