A Funorte participou nesta terça-feira, 22 de novembro, do projeto Sopão Solidário, idealizado pelo comando do 10° Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais.  O evento que aconteceu na Escola Estadual Coronel Filomeno Ribeiro reuniu crianças e moradores do bairro Conferência Cristo Rei e adjacências.

Segundo o gerente do projeto, Tenente Gildo de Oliveira, o Sopão Solidário começou a ser executado desde o mês de abril e está em sua 8° edição. “A idealização da atividade surgiu da necessidade do comando do 10° batalhão da Polícia Militar em desenvolver um projeto social juntamente com as pessoas moradoras do bairro Conferência Cristo Rei. Hoje, o projeto é uma realidade, uma vez que ele atende uma média de 400 pessoas por evento”, explica o policial que ainda conta como funciona o projeto: “distribuímos uma vez por mês a sopa para as famílias carentes com o apoio da sociedade civil que contribui voluntariamente através da doação dos produtos. Nas outras edições, o evento foi realizado na Casa Projeto Cristo Rei. Hoje, devido a condições meteorológicas, resolvemos promover o evento dentro da escola Filomeno Ribeiro”.

O tenente ainda afirma que este tipo de projeto é fundamental para a sociedade. “O Sopão Solidário é importante porque estreita os laços da Polícia Militar com a comunidade, levando um pouco de sociabilidade, já que junto com a sopa fazemos parcerias com instituições como a Funorte e, através disso, oferecemos serviços como aferição de pressão arterial, consultas jurídicas e atividades lúdicas para as crianças”.

A Funorte levou para o evento, o projeto “Leitura asas da imaginação”, coordenado pela bibliotecária Mayse Liduário Vargas. Além dela, os colaboradores do campus JK, Kelly Simeia, Ângela Ferreira, Denise Ribeiro e Vandeir Silva participaram da ação.

Segundo Ângela Ferreira, supervisora acadêmica dos cursos da saúde no campus JK, este trabalho desenvolvido com a comunidade é fundamental e de extrema importância, pois mostra que a Funorte além de investir nos cursos e nos seus alunos, investe também na parte social. “Isso contribui significamente, na construção de uma sociedade melhor e comprova a preocupação da instituição em cumprir seu papel social”, fala.

Para a ajudante de cozinha Joelma Lima, voluntária do projeto e moradora do bairro, participar de atividades como esta são enriquecedoras. “Doar um pouco do que temos, seja em algo material ou colaborando no preparo e nas atividades desenvolvidas no Sopão Solidário é gratificante. Ajudar ao próximo é ajudar a nós mesmos. Satisfaz e alimenta nossa alma”, afirma.

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