Indi Gouveia, 22 anos, natural de Montes Claros, gradou- se em Comunicação Social – Jornalismo pela Funorte, em 2017 e, atualmente, trabalha como comunicadora popular, jornalista e mídia ativista. Ela relata sobre o apoio da coordenação e corpo docente para que tivesse um bom desempenho no mercado de trabalho. “A coordenação e o corpo docente tornam a qualidade do curso excelente. Durante a minha graduação, passei por professores que acrescentaram muito na profissional que sou hoje”, concluiu a comunicadora popular.

Além disso, Indi conta que a graduação a motivou em seu sucesso no mercado de trabalho. “O curso me deu base para o que faço hoje, mas, mais que a bibliografia, acredito que as conversas e conselhos dos professores foram fundamentais para o meu aprendizado”, citou Indi.

Indi analisa, ainda, como a “Era da tecnologia” transmite a notícia de forma mais rápida. “Vivemos em uma sociedade em rede: a tecnologia nos possibilita diferentes formas de comunicação, mas é importante lembrar que essa realidade ainda não é universal. No Brasil, ainda temos muitos territórios que estão isolados nesse aspecto, principalmente, por questões econômicas e falta de iniciativa pública em garantir o acesso à internet e tecnologia, por exemplo. No entanto, é inegável que essa Era facilita a repercussão da informação de forma muito mais instantânea, seja ela verdadeira ou falsa, o que reforça ainda mais a importância do pensamento crítico no consumo de notícias”, frisou.

A egressa avalia o mercado de trabalho para o jornalista. “Como em toda profissão, conseguir emprego hoje é uma questão de se reinventar e estar em formação constante, visto que o mercado está cada vez mais exigente. Neste contexto de crise, sendo realistas, as oportunidades não são muitas e algumas ofertas pedem muito trabalho com remuneração muito abaixo da que é estabelecida no teto salarial do jornalista. Essa análise dá uma longa discussão, nem tudo pode ser visto de uma ótica negativa, há variáveis e boas oportunidades para bons profissionais” comenta Indi.

Indi Gouveia fala sobre como deve ser o perfil do acadêmico de Jornalismo e comenta sobre seus planos para o futuro. “Gosto de dizer que o estudante de Jornalismo precisa ter um compromisso com o outro, o Jornalismo não é promoção social e sim uma função social. É preciso também entender a comunicação como um direito universal e estar engajado para garantir isso. São muitos, mas dois dos desejos mais latentes é me especializar na área de audiovisual e educomunicação”, concluiu a jornalista.

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