Estudantes do 5° período do curso de Odontologia Funorte participaram de aula prática da disciplina de Cirurgia I, ministrada pelo docente Thiago César Lima. No episódio, os acadêmicos trabalharam com simulação de exodontia, que é a extração dental por meio de procedimento cirúrgico.

A exodontia pode ser necessária em decorrência de diversos problemas odontológicos e, por ser um procedimento cirúrgico de alta complexidade técnica-científica, é necessário que os alunos estejam preparados para realizá-lo na boca de pacientes. Dessa forma, os estudantes realizam a técnica, a princípio, em manequins para depois, com maior segurança, realizarem em pacientes que são atendidos na Clínica Odontológica da instituição.

Thiago frisou a importância que a pré-clínica tem para garantir maior segurança para a atuação dos estudantes. “Hoje, estamos realizando prática laboratorial com simulação de exodontia, com o objetivo dos alunos chegarem na clínica com uma experiência maior, antes de atender o paciente. Então, A Funorte traz um diferencial, pois, em diversas universidades e cursos, não se tem a oportunidade de fazer a extração no manequim. Com este tipo de experiência, o aluno tem, também, a oportunidade de experimentar seus instrumentais, aprender a técnica correta e a possibilidade de um atendimento mais ético, por não ter o risco de fazer um procedimento incorreto na boca do paciente”, destacou o docente.

Além da prática pré-clínica em manequins, com o auxílio de uma câmera, o docente projeta todo o procedimento realizado por ele para facilitar o aprendizado e tirar dúvidas de todos os alunos ao mesmo tempo. Os estudantes contam, também, com a ajuda de monitores com experiência na técnica.

Ana Paula Teixeira Machado , acadêmica do 4º período do curso, ressalta a importância que a prática em manequins tem para prepará-la melhor para a atuação na boca do paciente. “Acredito que a etapa do pré-clínico é muito relevante por nos trazer segurança antes do procedimento na boca do paciente, pois a exodontia é uma técnica muito importante e alguns acadêmicos não tiveram a oportunidade que temos hoje de aperfeiçoarmos para depois realizarmos no paciente. Então, é um diferencial para a instituição e uma decisão que visa não somente a nossa segurança, mas a confiança do paciente de se submeter ao tratamento com acadêmicos melhor capacitados”, finalizou a estudante.

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