Hoje, dia 18 de outubro, comemora-se o dia do médico. Este profissional tem diariamente em suas mãos tamanha responsabilidade, pois trabalha com a saúde alheia. A medicina trabalha em sentido amplo com a prevenção e cura de doenças. Lucas Mendes Fonseca tem 21 anos e é acadêmico da turma do sétimo período de Medicina das Faculdades Integradas do Norte de Minas – FUNORTE. Para ele, a escolha da profissão não foi imediata, foi uma decisão que veio com o tempo e com a sua proximidade pela área de saúde.

Esta é uma graduação que exige muito do aluno, que é praticamente um autônomo em seus estudos, como comenta Lucas. “Devido a metodologia do curso, o aluno lê bastante, nem tudo é construído pelo contato professor e aluno, portanto, o estudante tem muita autonomia para aprender. Por um lado, isso é bom, pois nos tornamos disciplinados para estudar também em outras ocasiões, até mesmo depois da graduação, mas por outro, pagamos um preço, demoramos mais para absorver o conteúdo”. Todavia, apesar das dificuldades e grau de exigência, Lucas é movido pela curiosidade e pelo gosto pela profissão.

Fernanda Paluszkiewcz Dullius mostra a realidade de atuação profissional. Ela, que é formada há dez anos e atua na área da ginecologia e obstetrícia, área também em que leciona diz que a medicina veio como influência de seu pai, que também é médico obstetra. A satisfação que seu pai apresentava ao realizar partos faz parte das suas lembranças de menina.

A médica atende em seu consultório, é plantonista em um hospital público, além de ministrar aula na faculdade. Ela alerta: “quem acha que medicina é só ‘glamour’ está enganado. Atualmente existem muitas faculdades que formam médicos. Para se ter um padrão de vida estável tem que se dedicar e trabalhar bastante”. A médica ainda afirma que a felicidade das mulheres que se tornam mães é algo muito grande, é satisfatória, tanta a reação das pacientes como também a de seus familiares e isso a motiva a continuar na profissão.

“Tem que ter vocação, entrar na medicina não é garantia de vida boa ou ‘status’, isso vem, mas, depois de muito esforço, muito estudo, porém, apesar dos percalços, a profissão vale muito pena!”, finaliza Fernanda.

Hellen Patriny

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