Coordenadores do curso de Engenharia Civil da Funam Funorte, o casal Ana Isabel Almeida Coelho de Abreu e José Eduardo Lobato de Sousa Pimentel Borges está há quase um ano nesta nova função. Naturais de Portugal eles possuem pós-graduação em Docência no Ensino Superior (2015), mestrado em Engenharia Civil (2013) e são doutorandos em Engenharia Civil. Na entrevista a seguir contam sobre os desafios desta nova etapa da vida e sobre o mercado para o engenheiro civil.

Por que escolheram fazer a graduação de Engenharia?

Pelo gosto da engenharia, pela construção, execução e fundamentalmente pela possibilidade de empreender em novos projetos.

Como avalia a qualidade do ensino e dos professores da Funam/Funorte?

Estamos no início do curso, mas sempre preservando as carteristicas da nossa rede, em ter um ensino de qualidade, onde todos podem estudar com  professores qualificados e usufruirem das tecnologias presentes nos laboratórios da Funam/Funorte.

O curso de Engenharia influenciou em algum aspecto o sucesso de vocês no mercado de trabalho? Que aspectos são esses?

Sim, na verdade ambos temos percursos muito idênticos, para não dizer iguais. Tivemos ainda como estudantes uma experiência inesquecível, já que fizemos intercâmbio na Funorte em Montes Claros e por incrível que pareça foi aqui que tudo começou. Após terminar esse intercâmbio, surgiu o convite de posteriormente colaborarmos com a faculdade na docência, na altura nem pensamos muito no assunto. Naquele momento não fazia sentido deixar a vertente mais tradicional da Engenharia para entrar em uma sala de aula. Anos mais tarde esse convite fez sentido e realmente para nós a Engenharia saiu da obra e entrou em uma sala de aula repleta de alunos ansiosos por aprender e empreender.

Quais as melhores lembranças que guardam do período da faculdade, dos colegas e professores?

Tudo foi bom, tivemos uma vida acadêmica excelente e cheia de memórias gratificantes, na lembrança ficam boas amizades entre colegas e professores.

Quais são os maiores desafios que encontram na profissão como docentes e agora como coordenadores do curso de Engenharia Civil da Funam?

Para nós é realmente um desafio, pois saímos momentaneamente da sala de aula e entramos na sala de coordenação, temos uma visão dos dois lados o que facilita o nosso trabalho. Temos sempre a preocupação de acolher e resolver as questões dos nossos alunos e professores do curso de Engenharia Civil.

Quais as expectativas para coordenarem o curso na Funam?

O maior desafio é iniciar o curso do zero, com todas as dificuldades encontradas e conseguirmos superar todas as barreiras e criarmos um curso de referência na região.

Como está o mercado de trabalho para os engenheiros na nossa região? Como está o mercado de trabalho para estes profissionais?

Em geral a economia do país não está favorável, mas, para profissionais de excelência que têm acesso a um ensino de qualidade não terão dificuldade em vingar no mercado de trabalho, muitas das vezes a solução é sair da zona de conforto e procurar novos desafios até mesmo fora da região. Na Funam/Funorte formamos profissionais para o mundo.

O que é ser Engenheiro Civil para vocês?

O engenheiro civil é o responsável pelas etapas da construção e reforma de edifícios, desde o projeto até a execução, e também pela supervisão dos detalhes, como das redes elétricas, e hidráulicas. As áreas em que pode atuar são variadas, desde a construção de estradas, rodovias, pontes e barragens, como também na construção de estruturas e edificações. Outro setor que demanda profissionais da Engenharia Civil é a administração predial.O engenheiro civil é também responsável pela emissão de laudos técnicos, e  pode trabalhar diretamente relacionado ao solo, a obras de estruturas e fundações, e na área hidráulica e de saneamento.

Qual o perfil do acadêmico do curso de Engenharia?

“O Curso de Graduação em Engenharia Civil tem como perfil do egresso o engenheiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade (Resolução N° 11, CNE/CES, 11/2002).”

Quais são os planos para o futuro profissional?

Continuarmos o nosso trabalho nesta IES sempre com o objetivo de superar os nossos limites. Como lema sempre teremos a frase: “Para o alto e avante”.

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