A enfermeira Pâmela Scarlatt Durães Oliveira formou na Funorte e foi aprovada em três mestrados em Minas Gerais (dois na Unimontes e um na Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha).

Ela é especialista em Saúde da Família na modalidade Residência, em Urgência, Emergência, Trauma e Terapia Intensiva, seguiu a linha de pesquisa na saúde coletiva com ênfase em educação em saúde. Pâmela explica o objetivo da pesquisa. “Busquei avaliar se as práticas educativas realizadas nas unidades primárias de saúde de Montes Claros atendem aos princípios da promoção da saúde e conhecer a educação em saúde na percepção dos usuários e profissionais de saúde que compõem as equipes de ESF”, esclarece.

Ela ainda aborda que, estudando na Funorte, ela percebeu que a educação é direito de todos. “Durante os estágios nas unidades de saúde e os projetos de extensão relacionados à faculdade Funorte aprendi que a educação deve ser levada até a população, pois pode mudar a forma como os mesmo veem o mundo”, salienta.

Na Funorte também ela descobriu o universo da pesquisa científica. “A Funorte é uma faculdade que conta com um corpo docente muito competente, com professores como o Henrique Andrade que foi o primeiro a me apresentar a pesquisa científica e me mostrou como a mesma poderia ser gratificante e útil para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Sou imensamente grata pelos ensinamentos e inspirações em pesquisa que tive o privilégio de presenciar nessa instituição”, elogia.

Sobre a aprovação nos mestrados, Pâmela fala que é misto de sentimentos. “Estou vivenciando uma mistura de emoções: felicidade pelas aprovações, confiança no meu potencial enquanto profissional, indecisão sobre qual das três opções será o melhor para minha vida e ansiedade pelo futuro e início das atividades em pesquisa. Já fico imaginando até o doutorado que é meu próximo passo. Além disso, deixei meus pais orgulhosos, eles contam para todo mundo que a filha deles foi aprovada em três mestrados (risos)”, brinca.

“Chega uma época da vida que o pesquisador que quase tudo que você ouve ou vê é motivo de pesquisa porque o bom pesquisador é alguém que questiona que tem excesso de criatividade dentro de si, que sente inquietude com o universo. Sinto que estou no início de um longo processo, que comecei a vivenciar nesta época na minha vida”, revela e finaliza.

Mariana Correia

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