Durante uma obra, um dos mais importantes profissionais é o engenheiro civil. Ele é o responsável por projetar, gerenciar, executar e garantir a estabilidade e segurança da edificação, além de calcular a resistência dos materiais usados na construção e especificar redes de instalações elétricas, hidráulicas, entre outras.

Kristhiam Willy Soares Mota, 24 anos, é egresso do curso de Engenharia Civil Funorte. Ele explica que sempre teve o desejo de fazer a graduação e que viu na instituição uma forma de realizar este sonho. “Um dos principais motivos pelo qual escolhi fazer minha graduação na Funorte, foi o fato de a instituição já possuir o curso há um tempo. Então, percebi que cursar em uma Faculdade em que o funcionamento já estava avançado, meu aprendizado seria melhor”, frisou.

Natural de Montes Claros, Kristhiam concluiu a graduação em 2016 e, logo após, iniciou uma pós-graduação em Ensino em Física. Atualmente, trabalha como técnico/professor dos laboratórios das Engenharias Integradas Funorte. Segundo ele, esta atuação possibilita um constante aprendizado dentro da área. “Nos laboratórios é possível oferecer uma vasta gama de serviços como: ensaios de materiais, hidráulica, maquetaria, elétrica, eletrônica digital e analógica, refrigeração, pneumática, entre outros. Através disso, oferecemos serviços teóricos e práticos à cerca das disciplinas lecionadas e, consequentemente, aprimoramos nosso conhecimento”, destacou o profissional.

Como egresso, ele analisa a qualidade de ensino da instituição. “Um dos principais pontos positivos da Funorte é a preocupação com o aprendizado do aluno. Todos os cursos possuem coordenadores que sempre estão empenhados a buscar mais recursos e melhorias para o desenvolvimento dos discentes, aumentando assim a qualidade de ensino na instituição”, pondera Kristhiam, que relata quais os melhores momentos duração o curso. “São muitas lembranças. As que mais marcaram foram os grupos de estudos antes das provas, trabalhos acadêmicos e alguns eventos promovidos pela faculdade. Apesar das dificuldades de um curso superior, principalmente em casos em que se trabalha durante o dia e estuda no período da noite, sobram lembranças positivas durante o período de estudo”.

Enfrentar o mercado de trabalho é um desafio para todas as profissões. O egresso ressalta que no caso da Engenharia Civil não é diferente. “O mercado para engenheiros, no país, está em baixa e profissionais, principalmente os recém-formados, enfrentam dificuldades. Atualmente trabalho na própria instituição que fui graduado. O aspecto mais importante é sempre a instituição dar oportunidades para egressos, tanto em oportunidades profissionais quanto no apoio à continuação da qualificação com os programas de pós-graduação”, destacou.

Apesar das dificuldades para a profissão, Kristhiam aborda que a aprimoração dos conhecimentos é fundamental para se destacar e fala, ainda, de seus planos para o futuro. “Pretendo fazer cursos de aperfeiçoamento profissional e pós-graduação. Além de buscar o conhecimento a cada dia no meu local de trabalho. Aperfeiçoar os níveis na área docente, criando aulas interessantes e interativas, fazendo o aluno cada vez mais se interessar pela Engenharia.E, em longo prazo, acompanhando e aguardando a melhoria econômica do país, pretendo prestar serviços na área de engenharia civil, talvez com minha própria empresa e me firmar no mercado de trabalho como engenheiro e professor de engenharia”, concluiu o engenheiro civil.

Greiciely Rodrigues

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