A Biomedicina é um curso voltado para pesquisas no campo de Medicina, Biologia e Farmárcia-Bioquímica e se relaciona, principalmente, com estudos sobre doenças, exames clínicos, tratamentos e prevenções, além de buscar o aumento da qualidade de vida das pessoas.

Gysele Guimarães Carvalho Rocha, 31 anos, é egressa do curso de Biomedicina Funorte, Especialista em Citologia Clínica pela UFOP e, atualmente, cursa Mestrado na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

A biomédica explica que seu projeto visa pesquisar sobre a prevalência de infecção por Chlamydia trachomatis em pacientes masculinos HIV soropositivos anorreceptivos. Segundo ela: “o objetivo do trabalho é determinar a prevalência de infecção em indivíduos masculinos HIV soropositivos anorreceptivos que são atendidos em um hospital universitário de referência em HIV/AIDS da cidade do Rio de Janeiro, correlacionando os fatores socioeconômicos com o risco de infecção por essa bactéria e associar essa infecção com alterações citológicas na mucosa anal”, destacou.

Ela fala, ainda, como foi sua preparação para conseguir ser aprovada e de que maneira a graduação a ajudou. “O curso de Biomedicina me abriu as portas para o interesse em trabalhar no campo de diagnóstico laboratorial me permitindo conhecer e adquirir conhecimentos básicos na área, que seriam aprimorados no curso de especialização e agora com a realização do mestrado, que consegui aprovação após estudos com artigos científicos que abordavam o tema a ser trabalhado no projeto, como as infecções sexualmente transmissíveis, os microrganismos mais comumente associados à estas infecções, a prevalência e a incidência delas no Brasil e no mundo, os métodos e diagnósticos atuais, entre outros”.

Para Gysele, a Funorte representa uma base. “Uma instituição que me apresentou um leque de opções em que eu poderia seguir, sempre com muito incentivo, a Funorte representa uma base de toda minha carreira profissional”, frisou.

Como toda conquista, a especialista conta sobre as dificuldades que teve ao ingressar no mestrado. “Acredito que tudo que é novo causa impacto, já que saímos de nossa zona de conforto. No entanto, a vontade de crescer, de superação, nos permite acreditar mais em nós mesmos. Cada meta alcançada é uma vitória que nos incentiva a realizar sonhos ainda maiores”, cita.

Gysele aborda também sobre a importância do mestrado para a sua formação profissional. “Esta capacitação tem grande importância, pois me permite ampliar as áreas do conhecimento, além de contribuir para a comunidade científica com a elaboração de um trabalho que pode ter como resultado informações relevantes a área de estudo das infecções sexualmente transmissíveis e da citologia oncótica”, conclui a biomédica.

Greiciely Rodrigues

 

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