Comemorado no dia 15 de junho, o Dia Mundial de combate à violência contra a pessoa idosa tem como objetivo sensibilizar a sociedade e promover a qualidade de vida desta faixa etária. E, com este intuito, o Conselho Municipal do Idoso, em parceria com várias instituições, inclusive as Faculdades Integradas do Norte de Minas – Funorte realizam a campanha “Rompendo o silêncio”.

Com programação durante todo o mês de junho, o Conselho realiza no dia 14 de junho, Ação Global, na Praça Doutor Carlos Versiani, das 8h às 16h, com serviços de saúde, cidadania, entretenimento, entre outros. A presidente do Conselho Municipal do Idoso, Maria Neta Alves, ressaltou sobre a importância de celebrar esta data. “A violência contra a pessoa idosa cresce gradativamente, assim, a Organização Mundial de Saúde, juntamente com a Rede Internacional de Defesa da Pessoa Idosa entendeu que é necessário sensibilizar a comunidade de que este mal existe e que não pode ser encarado como normal, pois fere a grade dos direitos humanos. Então foi proposto o dia 15 de julho como o dia Mundial de enfrentamento a violência contra a pessoa idosa. Este dia é para falarmos direto com as pessoas de que este mal existe e que precisamos combater, além de oferecer qualidade de vida à elas”, frisou a presidente.

A Funorte, representada pelo Núcleo de Extensão (NEX), participou com atendimentos tais como: aferição de pressão, tipagem sanguínea e aconselhamento. O representante do NEX, Ramon Santos Cardoso, falou sobre a importância da ação. “É importante participarmos, pois os acadêmicos têm a oportunidade de ter contato com a população e poder ajuda-los. Além, de facilitar o atendimento às pessoas que não possuem acesso a estes serviços”, destacou.

A acadêmica do 7º período de Medicina Funorte, Samara Aparecida Martins Dias, conta que estes atendimentos acrescentam muito à sua formação acadêmica e profissional. “Conseguimos, por meio destas ações, fazer acompanhamentos de pessoas hipertensas, orientá-las sobre a importância do tratamento, da medicação correta e necessidade do controle. Assim, temos a oportunidade de realizar a prática clínica e, consequentemente, aprendemos mais”, conclui a estudante.

Greiciely Rodrigues

 

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