Entre os dias 28 a 30 de setembro, acadêmicos do curso de Fisioterapia Funorte realizaram atendimentos fisioterapêuticos com atletas que disputavam o 2º Beach Tennis Open Max Min, evento que aconteceu dentro do Circuito Mineiro de Beach Tennis 2018.

No episódio, coordenação, preceptores e docentes supervisionaram os acadêmicos, que avaliaram os atletas de todas as categorias. Segundo a coordenadora do curso, Luciane Vieira, “o curso de Fisioterapia da Funorte, mais uma vez, participa de um evento importante no Clube do Max Min. O 2º Beach Tennis Open é, sem dúvidas, uma oportunidade para o aluno colocar em prática tudo que estudou em sala de aula e ter a vivência da realidade de atendimento a um atleta. Além disso, é algo gratificante para ele, pois através destas experiências é que o aluno consegue identificar a área que deseja atuar futuramente e com isso, também, eles colocam o seu talento a serviço da comunidade, pois, quando colocam talento e amor, são felizes e realizados no que fazem”, destacou a coordenadora.

O professor Vinícius Abreu, um dos docentes que acompanhou os acadêmicos, frisou que o trabalho feito na competição tem o objetivo de preparar e aproximar os acadêmicos da realidade profissional. “Através de técnicas como liberação miofacial, alongamentos, bandagens funcionais, crioterapia, os estudantes puderam vivenciar na prática aquilo que foi previamente estudado em sala de aula. Assim, a vivência prática possibilita um maior crescimento ao aluno, dando a ele maior confiança para saber lidar com os diferentes casos”, ponderou.

Além de Vinícius, os docentes Carlos Borém, Rafael Freire e Geraldo Valle participaram do evento. Carlos Borém ressaltou sobre a função do profissional no torneio. “O Beach Tennis é um evento que exige a presença de fisioterapeutas atuando de maneira preventiva nas lesões músculo e esqueléticas. Então, é uma experiência muito válida, em que os estudantes atuam diretamente com os atletas”, destacou.

César Silva, diretor Beach Tennis do Max Min, reforçou a importância do trabalho feito pelos representantes do curso. “Como o torneio Beach Tennis acontece na areia, força muito a musculatura do atleta e, em alguns casos, ele já chega desconfortável porque não dormiu legal. Então, temos o alongamento antes, durante e pós as práticas e é indispensável que tenhamos a Fisioterapia para ajudar os atletas e garantir o prosseguimento das partidas”, disse.

Durante os três dias de evento, vários acadêmicos tiveram a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos. Para Aline Ramos Flores, que cursa o 8º período, “para nós acadêmicos, é muito importante estar aqui e colocar em prática tudo que aprendemos em sala de aula”, frisou.

A atleta Suely Silqueira sentiu dores no joelho durante uma partida e foi atendida pela equipe de preceptores e acadêmicos. Segundo ela, “é de extrema importância a presença destes profissionais aqui, pois jogamos muitas partidas e, muitas vezes, sentimos dores ou câimbras. No meu caso, eu virei o joelho e fizeram massagem no meu joelho e perna, então, é essencial a atuação do fisioterapeuta para fazer a massagem adequada em nós atletas. Ontem eu disputei 3 categorias e, agora, após o atendimento, estou ótima para disputar as outras 4 categorias”, finalizou a atleta.

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