Acadêmicos do 6º ao 10º período do curso de Fisioterapia Funorte participaram, no dia 30 de agosto, de Seminário Integrado de Estágio Supervisionado, evento que tem o objetivo de apresentar as vivências durante o período de estágio de cada equipe.

No episódio, acadêmicos, supervisores de estágio, docentes e coordenação estiveram presentes para prestigiar os trabalhos. Segundo a coordenadora do curso, Luciane Vieira, o estágio é uma forma de preparar o aluno para que ele tenha uma visão crítica das técnicas que pode usar para reabilitar um paciente. “O seminário tem o objetivo de fazer com que os alunos troquem suas vivências, que são os relatos de experiências e abordagens em cima de casos clínicos. Então, o evento é importante, pois permite a discussão acadêmica e discussão da reabilitação com o intuito de formarmos um profissional crítico para que ele enxergue as várias ferramentas que podem ser usadas para atender o paciente”, destacou a coordenadora.

A docente e supervisora de estágio, Débora Janine Dias Vieira Veloso, falou sobre a troca de experiências que o seminário proporciona. “O seminário integrado do estágio supervisionado do curso de Fisioterapia tem o objetivo de desenvolver e proporcionar habilidades e competências teórico/prático entre as diversas especialidades da Fisioterapia, envolvendo os acadêmicos do 6º ao 10º períodos do curso de Fisioterapia da Funorte. Este é um momento ímpar na vida acadêmica, pois o seminário, além de interagir acadêmicos/professores, mostra as experiências clínicas entre as diversas áreas de estágio”, frisou a docente.

Débora Luciana Pereira de Queiroz é acadêmica do curso. Ela falou sobre a prática do estágio e de que forma o aprendizado contribui para sua formação. “O estágio é fundamental para nossa formação, pois através deles conseguimos ter experiência em todas as áreas de atuação da Fisioterapia, além de nos nortear para a área que nos interessa. Neste período, temos a oportunidade de tratar casos clínicos muito diversos e, por meio de avaliações fisioterapêuticas que realizamos em todos os pacientes, temos acesso a todas as informações necessárias para criar um plano de tratamento adequado que traga bons resultados e uma evolução satisfatória. É uma experiência que possibilita que coloquemos em prática todo o nosso conhecimento”, finalizou a estudante.

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