Foi realizado, na manhã do último sábado, 12 de agosto, no Auditório Ray Colares do campus JK da Funorte, o evento “Café com aroma de experiência”. O encontro contou com a presença da coordenadora e acadêmicos do curso de Engenharia Biomédica, além de palestrantes convidados.

Segundo a coordenadora do curso, Laura Adriana Ribeiro Lopes, o objetivo do evento foi proporcionar aos acadêmicos uma troca de experiências sobre a realidade do mercado de trabalho. “O engenheiro biomédico tem muitas dificuldades na inserção no mercado profissional por ser uma área muito nova. Então fizemos questão de trazer pessoas experientes para que eles pudessem falar para seus colegas sobre a profissão e dar dicas importantes para uma preparação e, consequentemente, uma boa atuação profissional, além de reforçar a sobre o que eles podem usufruir na Faculdade durante as disciplinas e nos laboratórios”, destacou.

O professor Daniel Moura, engenheiro eletrônico e de telecomunicações pela Pontífica Universidade Católica de Minas Gerais, engenheiro clínico e biomédico pela Inatel e Mestre em Sistemas de Informação e gestão do Conhecimento pela FUMEC e sócio diretor e fundador da empresa Aclin Inovação e Gestão em Saúde, foi um dos convidados para discutir sobre a inserção do profissional no mercado. Ele falou sobre o que o engenheiro biomédico pode fazer para buscar valorização. “Nós temos mesmo que investir nesta profissão. O profissional tem que se dedicar com todo o carinho ao seu trabalho, principalmente da formação do que é prático, fazer um bom estágio para que ele entre no mercado ciente do que ele pode fazer para melhorar a comunidade”.

Egressos do curso, que atuam na área, também foram convidados para o evento.  Bruna Raphaela Santos Sampaio, engenheira na empresa Gampacamp de Montes Claros, ressaltou sobre a importância de trocar experiências e ter uma rede de contatos. “A troca de experiências é fundamental, um deve ajudar o outro, não adianta querer se virar sozinho, é sempre necessário a ajuda de outra pessoa.  E lembrar que deve-se aprender tudo no estágio, pois lá é a hora de errar, já que lá na frente é você com você e não pode haver erro”, frisou a egressa.

Rafael Coelho, também egresso, falou sobre a questão dos próprios profissionais buscarem a valorização do curso. “Temos diversas especializações, então cada um com seu conhecimento, complementa o conhecimento do outro. Uma dica que deixo é que especializem e que ajudem a levantar a bandeira do engenheiro biomédico em relação ás vagas de emprego que insistem em não colocar a nossa formação”, destacou.

Mara Beatriz Cardoso Cavalcanti é acadêmica do 9º período. Ela explica qual a importância desta troca de conhecimento. “Falar sobre mercado de trabalho e experiência profissional é sempre bem vindo em qualquer curso, mas a Engenharia Biomédica é ainda melhor, pois é um curso que ainda está sendo conhecido pelas grandes empresas e temos muito trabalho pela frente para mostrar o quão grande e bonito é este curso. A palestra serviu de inspiração e motivação para todos os acadêmicos, seja para os que estão saindo e aqueles que ainda estão começando”, concluiu a estudante.

Greiciely Rodrigues

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