O curso de Engenharia Biomédica promoveu um momento lúdico para finalizar a disciplina de Engenharia de Reabilitação, ministrada pelo professor Cássio Dantas. Eles organizaram um jogo as escuras para simbolizar uma pessoa com deficiência visual.

O jogo, que foi uma espécie de handebol, finalizou o estudo sobre os diversos tipos de deficiência, como explica o professor Cássio. “O objetivo é desenvolver um produto científico de acessibilidade e, aproveitando o clima paraolímpico, resolvemos aplicar o que foi estudado nesse jogo de hoje, vivendo na prática uma modalidade paraolímpica”, explica o professor.

A bola que fez parte do jogo tinha um guizo dentro dela para guiar os jogadores, além disso, tinha colega guiando os que estavam jogando. Aluna do 8º período de Engenharia Biomédica, Kesia Lorraine Souza, conta como foi a experiência de orientar seus colegas. “Guiar os meninos com a voz foi primordial para o deficiente físico isso é muito importante. Mas, nossa função é levar independência aos deficientes”, ressalta.

Acadêmico do 8º período, Luiz Gustavo Lucas Gusmão, foi um dos participantes do jogo. Ele define a experiência em agoniante. “Foi complexo e interessante, dá uma agonia pela falta de direção, mas o guia foi fundamental, ajudou muito”, frisa o aluno.

Além dos acadêmicos do curso, participaram também os alunos do projeto Tempo Integral da escola João Valle Maurício. Iuri Gonçalves Cardoso participou e achou o jogo diferente. “Foi muito difícil porque eu não conseguia ver a bola, mas eu gostei de jogar e o barulho que a bola fazia ajudou demais”, afirma.

 

 

Mariana Correia

 

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