Os alunos do 1º período do curso de Direito Funorte participaram nesta quinta-feira, 15, do Seminário sobre “Dimensão Sociológica do Direito” da disciplina de Introdução ao Estudo do Direito com o objetivo de discutir fatos históricos e fenômenos coletivos em relação à adaptação das Normas Jurídicas à vontade social.

A disciplina é ministrada pela professora e coordenadora adjunta do curso, Kátia Gusmão. Ela trabalhou referências do jurista Paulo Nader para que os alunos pudessem entender melhor como o Direito se adapta às normas da sociedade. “Dentre os tópicos tratados em relação a este tema, ressaltam a importância de que o Direito não deve absorver todos os atos e manifestações humanas, de vez que não é o único responsável pelo sucesso das relações sociais. A moral, a religião, as regras do trato social, igualmente zelam pela solidariedade e boa convivência entre os homens. Cada qual, porém, em sua faixa própria. A do Direito é regrar a conduta social, com vista à segurança e justiça”, destaca Kátia.

Acadêmico da turma, Luís Fernando Bicalho, ressaltou que esse tipo de atividade permite um melhor conhecimento da disciplina. “O Direito é um instrumento grandioso e, ao estudarmos essas disciplinas, ao prepararmos estes trabalhos, percebemos o quão importante ele foi e é até os dias atuais. Temas relacionados aos nossos primórdios, ao nosso cotidiano e claramente engrandecendo o papel do Direito, como adaptação”, cita Luís.

O Seminário debateu pontos que já foram apresentados pela docente, mas que estão sendo aprofundados durante exposição dos acadêmicos. Luís explica ainda a importância de discutir estes conteúdos, poder expor suas opiniões e se preparar desde o início para o mercado de trabalho. “Atividades como essas, são essenciais pra vida de um acadêmico, para um melhor entendimento, para uma melhor interpretação e claramente para lhe auxiliar em sua carreira profissional”.

É fundamental para os alunos entender que pode haver mudanças e estar atentos à elas. “A necessidade de ordem, paz, segurança, justiça, que o Direito visa a atender, exige procedimentos sempre novos. Se o Direito se envelhece, deixa de ser um processo de adaptação, pois passa a não exercer a função para o qual foi criado. Não basta, portanto, o ser do Direito na sociedade, é indispensável o ser atuante, o ser atualizado. Os processos de adaptação, devem se renovar, pois somente assim o Direito será um instrumento eficaz na garantia do equilíbrio e da harmonia social”, ressalta a coordenadora, Kátia.

Greiciely Rodrigues

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