Acadêmicos do 10º período do curso de Odontologia participaram, no dia 21 de junho, do “II Relato de Experiências: Estágio e Vivência na Realidade do SUS- Estágio Supervisionado II- Internato Regional Integrado”, evento que tem objetivo de mostrar os resultados de atividades realizadas durante a disciplina Estágio Supervisionado II, orientado pela professora Mestre Marinilza Soares Mota Sales, coordenador do curso, Dr. Jairo Nascimento, além de docentes supervisores.

Segundo Marinilza, “o objetivo da disciplina é ampliar a participação do aluno de graduação em estágio na rede pública de saúde, visando oportunizar a vivência prática supervisionada no SUS e consequentemente colaborando decisivamente na qualidade de vida da população”, destacou.

Durante o processo de estágio, os estudantes realizaram atendimentos clínicos (cirurgias, extrações, restaurações, limpezas, atendimento odontopediátrico), Gestão (colaboram na organização dos serviços de saúde, nas capacitações, reuniões de equipes de saúde, educação de saúde) e na prevenção das doenças (escovação, aplicação de flúor e na instrução de higiene oral)

Marinilza explica, ainda, que “o evento vem coroar e mostrar a importância da inserção do acadêmico dentro do serviço público de saúde, pois ele desenvolve habilidades para compreender  o contexto vivido e os fatores que interferem na saúde da população. Portanto, o aluno vive a realidade social e econômica de uma região e o estágio permite melhorar o acesso do cidadão aos cuidados em saúde bucal”, frisou a docente.

O acadêmico Iure Gonçalves Gusmão, realizou estágio na Estratégia Saúde da Família (ESF) Maracanã. Ele ressalta a relevância da experiência que obteve durante as atividades. “O estágio curricular supervisionado foi de grande valia para minha formação profissional. Foi, de certa forma, um coroamento de todo curso. Através dele, foi possível vivenciar de perto a realidade do SUS, conhecer as dificuldades encontradas no serviço público , permitindo criar estratégias que possam contribuir positivamente na nossa formação. Por meio dele, pude, também, entender melhor o processo de trabalho, realizar procedimentos que não tive oportunidade na faculdade, desenvolver melhor senso crítico e ético, além de adquirir autonomia que ainda não tinha”, finalizou o estudante.

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