O curso de Fisioterapia Funorte promoveu Feira de Empreendedorismo cujo principal objetivo foi estimular o perfil dos futuros fisioterapeutas para que eles se tornem profissionais mais preparados para os desafios do mercado de trabalho, sendo empreendedores na carreira podendo inclusive montar os seus próprios negócios.
De acordo com Marcus Caldeira, docente no curso de Fisioterapia e também em Administração da Funorte, o que foi apresentado na feira são atividades de desenvolvidas em sal de aula. “As atividades da feira fazem parte da programação da Jonafes e a disciplina aplicada é a “Gestão em Fisioterapia”. No processo, turmas do 10º período foram divididas em dez equipes e cada uma propôs uma ideia de um negócio na área da Fisioterapia com toda a modelagem e mapeamento dessa empresa. Hoje, eles estão apresentando os protótipos que é a representação física desses produtos”, explica.
De acordo com o docente Arley Almeida, o empreendedorismo não é apenas uma atividade, é um estímulo e um comportamento, que são características que o profissional vai aperfeiçoando para se destacar no mercado de trabalho. “Esse tipo de atividade trás uma visão empreendedora para esses acadêmicos da área da saúde. Percebemos que nem sempre essas graduações possuem estas características empreendedoras, uma vez que eles são formados em partes, para executar determinada função, então a disciplina vem para agregar mais no comportamento do acadêmico, no diferencial, na proatividade ou em uma ideia diferente. O objetivo é que o acadêmico deixe a academia sendo muito mais que um Fisioterapeuta”, afirma.
Os acadêmicos criaram empresas, prestação de serviço, além disso, vários protótipos foram apresentados durante a feira, eles se empenharam para desenvolver produtos de utilidade para pacientes, empresas e etc.
“Criamos um protótipo para ser um facilitador nos movimentos de pessoas com algum tipo de deficiência, que sofreram acidente e ficou com sequelas, dentre outros casos. Esse aparelho promove “movimentos ativos” que é quando o paciente faz o movimento com auxílio do aparelho e o passivo quando o aparelho faz os movimentos automaticamente sem precisar que paciente faça. Isso ajuda naqueles movimentos mais difíceis”, explica acadêmica Paloma Freira Soares, representante do grupo que criou o protótipo com nome de “FeetUnderway”
Para o acadêmico Marlon Adriano Fonseca, essas atividades estimulam no processo de aprendizagem, além possibilitar uma visão mais ampla da profissão. O projeto criado pelo seu grupo é um “Centro Especializado Reativa”. “O projeto que elaboramos, surgiu a partir de uma ideia que visa à reabilitação para idosos com intuito de desenvolver algo que ainda não tenha no mercado, com isso desenvolvemos aplicativos com realidade virtual para que possa ser inserido em um modelo inovador de centro pra idosos”, diz.
A coordenadora do curso de Fisioterapia, Luciane Vieira, corrobora da opinião dos professores envolvidos e acredita que é uma atividade essencial para o curso. “Durante todo o semestre esses docentes trabalham com os acadêmicos um plano de negócio, que são divididas em várias etapas nesse período. Daqui podem surgir várias ideias que vão auxiliar fisioterapeutas no tratamento e prevenção de patologias em vários pacientes”, exemplifica a coordenadora do curso.
Gabriele Santos

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