Trabalhar em casa está em alta no país, segundo dados do portal do MEI (Microempreendedor Individual), já são mais de 12 milhões de brasileiros que optaram por esta modalidade de labor. O fato de ter conforto e comodidade, horários flexíveis e melhor alimentação, contribuem para a crescente evolução do Home Office no Brasil.

Para o acadêmico do 4° período do curso de Administração Funorte, Lucas Matheus, o trabalho Home Office surgiu de uma necessidade. “Estava desempregado e vi que poderia empreender em casa. Decidi abrir uma empresa que fornece comida “Delivery”. Hoje, com auxílio do curso, consigo empreender com mais eficiência”, diz.

Mas, engana-se quem pensa que por estar em casa é mais fácil, Lucas, enfatiza que dividir trabalho e moradia não é tarefa fácil: “Mesmo trabalhando para nós mesmos temos que ter disciplina e saber dividir o nosso tempo para não sobrecarregar nenhum dos integrantes da equipe”, pondera.

O coordenador do curso de Administração da Funorte, Danilo Rocha, ressalta a importância de um bom planejamento para abrir um negócio. “Aquele que pretende se dedicar a este modelo precisa, primeiramente, conhecer mais sobre o assunto. Algo relevante é ler o máximo possível sobre o tema, atentando para ‘cases’ de sucesso, mas e não menos importante, aos ‘cases’ de fracasso, visto que a internet está repleta de anúncios milagrosos de “Trabalhe em casa e ganhe até R$ X”, explica Danilo.

Para que o negócio dê certo é relevante pensar nas ferramentas que podem auxiliar no trabalho e na divulgação do serviço explorando o audiovisual, impressos e, sobretudo as redes sociais e arquivos digitais. O foco não deve ser o local em que se desenvolve o trabalho e sim o produto ou serviço desenvolvido.  Lucas Matheus revela que facilidade e praticidade têm que andar juntos: “utilizo ferramentas para me auxiliar na administração do negócio. Tenho além de planilhas Excel, aplicativos de orçamento e de divulgação”, ressalta.

Danilo Rocha frisa que: “o curso de Administração na Funorte está preparando os acadêmicos para empreender negócios em todos os segmentos e modalidades que possa existir. Esse é o propósito da administração como ciência. Temos como administradores a capacidade de gerir, inovar, empreender, adaptar e criar novos mercados e aqui na Funorte zelamos por esses objetivos. Por isso nosso ideal é preparar nosso acadêmico para esse mercado tão seletivo, tecnológico e globalizado, como verificável na atualidade”, conclui.

Cassiano Veloso

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